O homem e o seu carro fazem uma grande equipa. Duas máquinas que, quando trabalham juntas, se fundem e se comportam como uma só. E quando isto acontece, são capazes de qualquer coisa, e não se pode distinguir onde acaba o homem e onde começa a máquina.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Os "cornos"
Já vi acontecer muita coisa má por causa de um par de cornos, mas fazerem cair um Ministro é totalmente inédito. Um inédito só comparável à piada de Carlos Borrego há 16 anos sobre a reciclagem de cadáveres em Évora para aproveitar o alumínio que andava a contaminar a água que abastecia o serviço de hemodiálise do Hospital de Évora e que provocou a morte a 25 pessoas. Se a popularidade do Governo Sócrates já não andava boa...
domingo, 7 de junho de 2009
Eleições Europeias 2009
A quantidade de votos brancos e nulos expressa a repugnância e o desprezo cada vez maiores dos portugueses pelos políticos!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
domingo, 1 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
206 (ainda!?!)
Fui benzer o carro a Fátima, mas isso não me livrou de que me roubassem as escovas do limpa pára-brisas. Espero sinceramente que o que tinha que acontecer com o carro já tenha definitivamente acontecido. Não tenho estômago nem carteira para mais nada...
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
O meu 206 está endemoninhado...
Já bati pela 3.ª vez com o meu carro. Isto tudo em apenas 6 meses. Ou abro rapidamente a pestana ou não ganho para o carro...
domingo, 2 de novembro de 2008
Cuidado com a língua...
No outro dia estava a fazer zapping e, ao parar na RTP Memória, recordei este programa da RTP que continua a fazer muita falta! No episódio que eu vi confirmei finalmente uma questão: os nomes das localidades nunca se precedem de artigo, excepto as que sejam nomes comuns. Portanto, não digam "a Espanha" nem "a França"! Deve dizer-se: "Eu sou de Lisboa.", "Eu vim de Espanha." ou "Vamos a Setúbal?". Excepções: "Passei na Figueira da Foz.", "Fui ao Porto." e "Ela é da Cuba*.", todos nomes comuns.
*A Vila do Alentejo
*A Vila do Alentejo
Cusquices...
Breves informações pessoais que eu quero aqui partilhar convosco e que podem ou não interessar-vos... (ver posts anteriores para entender algumas!)
1. Continuo a trabalhar por turnos e hoje até vou fazer a 3.ª de um bloco de 4 noites;
2. O meu carro continua meu apesar de já me terem partido um espelho;
3. Gastei no arranjo do carro (por causa do acidente) 2.138,63 euros - 28,5% do valor da compra;
4. Mas ainda me falta gastar pelo menos 185 euros em 2 pneus, fora a revisão, que já é altura;
5. Se ganhar o Euromilhões todos os pontos anteriores deixarão de ser problema;
6. Mas se ganhar o Euromilhões já tenho uma série de promessas para cumprir...
Até lá, vou fazendo contas, atordoadas pelas despesas inesperadas que já tive e pelas que vou tendo...
Desculpe? Como disse?
Acerca da nacionalização do Banco Português de Negócios houve uma conferência de imprensa com o Ministro das Finanças e o Governador do Banco de Portugal. Em determinado momento, a jornalista do Diário Económico, da qual não fixei o nome, perguntou ao Ministro das Finanças algo sobre as dívidas do Estado às Empresas e acrescentou a seguinte pergunta: "Haverão prioridades?" Não ensinaram, numa cadeira qualquer, a esta jornalista que o verbo haver quando usado no sentido de existir (verbo irregular e intransitivo) só se conjuga na 3ª. pessoa do singular??? Com outros sentidos ou como auxiliar da voz perifrástica é que já se conjuga normalmente: "Eles hão-de vir a nossa casa.". A par deste gravíssimo erro temos o auxiliar da voz perifrástica que infelizmente é cada vez mais mal usado: ouve-se muito “Há-des ver.” em vez de “Hás-de ver.” e “Há-dem vir.” em vez de “Hão-de vir.”. E depois ainda falam mal do novo acordo ortográfico quando ninguém liga à gramática, quanto mais à ortografia... Eu por cá vou-me arrepiando com tamanhas baboseiras!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A crise...
Agora fala-se tanto nela que sinceramente até faz uma certa impressão. Não é que não se notasse há já muito tempo na nossa carteira, mas agora que afecta os mercados bolsísticos e a banca já toma outras proporções propagandísticas. No meio de tantas declarações, desde a mais profética de que acabou a crise à mais apocalíptica de que é o fim do mundo como o conhecemos, houve uma que me deixou inquieto, talvez até irritado. João Salgueiro, que representa os Bancos Portugueses, afirmou que a culpa das famílias estarem excessivamente endividadas era... das próprias famílias! Então e os Bancos? Não têm culpa? Não é legítimo que um pai de família, com mulher e filhos para dar de comer, cujo "mês sobre no fim do ordenado" se deixe deslumbrar por um "cheque" de um crédito qualquer pré-aprovado, facílimo, ali à mão e sem burocracias nem papelada que o seu Banco lhe enviou???
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Olá de novo...
Bom, vamos lá ver se retomamos as actividades bloguísticas. Hehehe... Grandes alterações se têm passado na minha vida e isso tem tido um efeito misto de falta de tempo mas também de interesse em escrever. Eu realmente flutuo muito entre duas fases em termos de escrever: ou apetece-me muito ou não me apetece nada. Por agora, parece que me apetece...
sábado, 16 de agosto de 2008
Tempo
Pois é, o tempo não chega para tudo e já há bastante tempo que não tenho tempo para dedicar-me ao meu blog...
sábado, 26 de julho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
Gostos
Eu até gosto de trabalhar. Normalmente dá-me gozo desempenhar tarefas, se bem que algumas são mais aborrecidas do que outras. As aborrecidas faço-as mais depressa para me tentar despachar delas. Afinal, têm que ser feitas, e o que tem que ser, tem muita força! Já não gosto é de fazer o trabalho dos outros... Chego a ficar fora de mim. Odeio ter de refazer coisas que outros fizeram mal. Odeio entrar ao serviço e receber tarefas que já deviam estar feitas. Odeio trabalhar com pessoas que desleixam as suas obrigações e que me obrigam a assumí-las para não passar o turno no estado em que mais odeio recebê-lo: com tarefas que já deviam estar feitas. Estas coisas irritam-me e tenho de respirar bem fundo. Se fosse há uns anos atrás, explodia. Hoje em dia vou engolindo sapos. E quantos tenho eu engolido nos últimos tempos... Nunca me imaginei com tamanha capacidade de encaixe! Mas às vezes também nós nos surpreendemos a nós mesmos.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Fases
A vida é como a Lua: tem fases. Umas vezes estamos eufóricos, outras estamos apenas felizes. Mas também temos as nossas "Luas novas" em que estamos mais deprimidos, introspectivos e consequentemente, menos propensos a determinadas actividades. Ultimamente tenho andado assim e quando assim estou, sinto que sou muito má companhia: implico com tudo e com todos e isso não é nada bom. Nesse caso, prefiro recolher-me em casa numa espécie de retiro espiritual e aproveito para pôr as minhas ideias em ordem e os meus assuntos em dia e para descansar a mente e o corpo. Mas não pensem os mais afoitos que "arrumei as botas". Prometo estar de volta em breve para as grandes tertúlias com os meus bons amigos que tanto gosto e que tanta falta me fazem.
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